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9.9.12

Quimera: Capítulo 12 - Lua-de-mel (parte 2)

Quimera: Capítulo 12 - Lua-de-mel (parte 2):   Dan já está com as malas nas mãos, enquanto a minha permanece no mesmo lugar. E mesmo contra minha vontade, me percebo cair em prant...

21.4.12



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13.3.12

Blog do Póvoas: Alone [uma música]


★ ☆ ★ ☆ ★

Very Good!

Blog do Póvoas: Alone [uma música]: Em A. Sem variações, produzida no GarageBand e tocada em um violão Giannini. Segue uma música mais relax que stress, composta por este erran...

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22.12.10

Se - If - Rudyard Kipling - Nobel Prize In Literature





Se és capaz de manter tua calma, quando, todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa. De crer em ti quando estão todos duvidando, e para esses no entanto achar uma desculpa.


Se és capaz de esperar sem te desesperares, ou, enganado, não mentir ao mentiroso, Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, e não parecer bom demais, nem pretensioso.


Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires, de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores. Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires, tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas, em armadilhas as verdades que disseste E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas, e refazê-las com o bem pouco que te reste.


Se és capaz de arriscar numa única parada, tudo quanto ganhaste em toda a tua vida. E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, resignado, tornar ao ponto de partida.


De forçar coração, nervos, músculos, tudo, a dar seja o que for que neles ainda existe. E a persistir assim quando, exausto, contudo, resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!


Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes, e, entre Reis, não perder a naturalidade. E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes, se a todos podes ser de alguma utilidade.


Se és capaz de dar, segundo por segundo, ao minuto fatal todo valor e brilho. Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo, e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!


If - Se - Rudyard Kipling
Nobel Prize In Literature


18.2.10

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19.9.09

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ONDAS

Waves

Ondas Sonoras

Para facilitar a compreensão do fenômeno das ondas sonoras, vamos começar trazendo o exemplo de ondas em água, pois elas são facilmente visualizadas e têm semelhanças com as ondas sonoras.

Você já deve ter observado que, quando jogamos uma pedra ou qualquer objeto na superfície de águas tranquilas (um lago ou uma piscina, por exemplo), formam-se linhas concêntricas (mesmo centro) ou ondas circulares.

Você também já deve ter percebido que, quando puxamos a corda de um violão, toda a corda passa a vibrar. As linhas concêntricas que se formam na água e a vibração da corda do violão são perturbações que se propagam.

Essas perturbações são chamadas de pulso. Uma série de pulsos denomina-se ondas.

Podemos também formar outro tipo de onda por meio de uma corda presa à parede (ou a um objeto fixo), de modo que a corda fique na posição horizontal. Se você balançar a corda no sentido vertical, verá que essa perturbação se propaga até a parede.

Características das Ondas

As ondas do mar são semelhantes às ondas que se formam numa corda. Apresentam ponto(s) mais elevados(s) – C da imagem – chamados crista(s) ou monte(s). Já os pontos mais baixos – E e G da imagem – são chamados de vales ou depressões.

As ondas são caracterizadas pelos seguintes elementos:

Amplitude
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Distância - CD da imagem - que vai do eixo médio da onda - linha AB da imagem – até o ponto mais alto de uma crista ou até o ponto mais baixo de um vale.

Comprimento de Onda
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Distância entre dois vales sucessivos - EG da imagem - ou entre duas cristas sucessivas.

Frequência (F)
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Número de ondas formadas em 1 s (segundo); a frequência é medida em hertz (Hz): 1 Hz equivale a uma onda por segundo.

Período (T)
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Tempo gasto para formar uma onda. O período é o inverso da frequência, ou seja:

T = 1/F ou F = 1/T

Por exemplo, se o período de uma onda é de 0,25 s; a frequência será:

F = 1/T = 1/0,25 = 1/25/100 = 100/25 = 4 Hz
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Obs.: -Favor ver imagem esclarecedora abaixo
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10.9.09

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Aparelho Auditivo Humano

Caminho do Som

O caminho do som desde o ouvido externo até o ouvido interno é o seguinte:

1 - O movimento vibratório do som é recebido pelo pavilhão (orelha), penetra no conduto auditivo e atinge a membrana do tímpano;

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2 - A membrana do tímpano vibra e transmite essa vibração para o ar e para o martelo, dentro do ouvido médio;

3 - O ar, vibrando, chega à membrana da janela redonda;

4 - O martelo transmite a vibração para os dois outro ossículos (ossinhos): bigorna e estribo. O estribo faz vibrar a membrana da janela oval;

5 – As membranas das janelas oval e redonda transmitem a vibração para o ouvido interno.

O aparelho auditivo humano é dividido em três partes, e cada uma com suas funções próprias sendo as três indispensáveis para o bom funcionamento da audição: ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno.
A audição funciona da seguinte maneira: o som propaga-se produzindo ondas sonoras, que se deslocam até atingir a orelha, que os capta. O mecanismo da audição transforma então estas ondas em sinais elétricos, que são transmitidas como mensagens, através do nervo auditivo, para o nosso cérebro, que as interpreta imediatamente.

Ouvido Externo
O ouvido externo é composto de duas partes: O pavilhão auditivo, também conhecido como orelha e o condutor auditivo externo, funciona como um funil que direciona o som para o condutor auditivo.
Outra função é a filtração do som, processo este que ajuda a localizar a origem dos sons que chegam ao indivíduo. Além disso, no caso dos humanos, o processo de filtração seleciona sons na faixa de frequência da voz humana facilitando o entendimento.
Já o condutor auditivo externo, tem a função de transmitir os sons captados pela orelha, para o tímpano servindo também de câmara de ressonância, ampliando algumas frequências de sons.

Orelha
Tradicionalmente utilizamos o nome orelha para definir a parte mais externa do aparelho auditivo humano. O nome orelha vem do latim “aurícula” ou pavilhão auricular, que é a parte cartilaginosa do aparelho auditivo, ligada diretamente ao canal do ouvido externo.
Atualmente no Brasil, orelha é o termo adotado para todo o aparelho auditivo.
As orelhas possuem arquitetura complexa, mas são relativamente menores que em outros grandes primatas, como o chimpanzé, e raramente possuem capacidade de movimento nos seres humanos.
Muitas culturas utilizam a orelha prendendo adornos de pedra, metal, ou outros materiais à sua cartilagem. Em algumas comunidades, as orelhas chegam a atribuir “status”, sendo visto da seguinte maneira: quanto maior o buraco aberto e ampliado por objetos como discos, ou pesos, mais alta é a posição do indivíduo na sociedade.
A orelha é o órgão usado pelos animais para captar ondas sonoras. Em geral nos mamíferos ela se apresenta aos pares e se localiza na cabeça, podendo estar localizada em outras partes do corpo, ou mesmo estar ausente em outros animais.
A orelha humana normal pode distinguir cerca de 400.000 sons diferentes e registra sons que vão aproximadamente de 20 Hertz até 20.000 Hertz, alguns sons são fracos o suficiente para mover a membrana timpânica, tão pouco quanto um décimo da molécula de hidrogênio.
O pavilhão auricular é anatomicamente dividido em hélice, anti-hélix, trago, antitrago e lóbulo.
Se você ouvir a expressão orelha em vez de ouvido, não estranhe; é a forma preferida, embora a expressão ouvido também seja aceita pela Nomenclatura Internacional. De qualquer modo, evite o termo orelha quando se referir ao pavilhão auditivo.

Ouvido Médio
O ouvido médio é composto por três ossículos denominados martelo, bigorna e estribo, é importante ressaltar que eles possuem esses nomes devido as suas respectivas formas que lembram esses objetos, e pela tuba auditiva ou trompa de Eustáquio.
Estes ossículos são os menores ossos do corpo humano e já estão em seu tamanho completo desde o nosso nascimento.
Cada ossículo é menor que um grão de arroz. Os ossículos estão localizados na cavidade em forma de ervilha do ouvido médio. Que conectados formam uma ponte entre a membrana timpânica e a janela oval. Através de um sistema de membranas, eles conduzem as vibrações sonoras ao ouvido interno. Enquanto as ondas sonoras movem a membrana timpânica, esta por sua vez move os ossículos. Os três ossos têm como finalidade, na realidade, formar um sistema de alavancas que transferem a energia das ondas sonoras vindas do ouvido externo, através do ouvido médio para o ouvido interno.
Outra parte do ouvido médio é a tuba auditiva, cuja conecta a cavidade do ouvido médio com a nasofaringe. A extremidade superior é normalmente aberta, pois é rodeada de ossos, enquanto que a inferior é normalmente fechada, pois é cercada por um tecido fino. A tuba auditiva ajuda a manter o equilíbrio da pressão do ar entre os dois lados da membrana timpânica.
A tuba abre e fecha a medida em que engolimos ou bocejamos, permitindo uma equalização entre a pressão do ouvido externo e do ouvido médio. Uma sensação de pressão, pode ser causada no ouvido por este processo de equalização, em um avião ou em situações de mudanças de altitude.

Favor ver imagem ampliada abaixo

Ouvido Interno
Os mamíferos são os únicos animais que possuem três ossos no ouvido, ligando o tímpano ao ouvido interno.
O ouvido interno é composta pela cóclea ou caracol e, pelo aparato vestibular.
O último osso da cadeia ossicular, o estribo, está acoplado a uma fina membrana chamada de janela oval. A janela oval é na realidade uma entrada para o ouvido interno, que contém o órgão da audição, a cóclea. Quando o osso estribo move, a janela oval, move com ele. No outro lado da janela oval está a cóclea, um canal em forma de caracol preenchido por líquidos e, quando as vibrações chegam à cóclea provenientes do ouvido interno, são transformadas em ondas de compressão que por sua vez ativam o órgão de Corti, que é responsável pela transformação das ondas de compressão em impulsos nervosos, que são enviados ao cérebro para serem interpretados.
O líquido é agitado pelos movimentos da janela oval e, dentro da cóclea, o órgão de Corti é formado por milhares de células ciliadas que são colocadas em movimento toda vez que o líquido é movimentado.
A estimulação destas células, por sua vez, causam impulsos elétricos que são enviados para o cérebro. Os impulsos elétricos representam a quarta mudança na mensagem sonora de uma energia para a outra: da energia acústica das ondas sonoras entrando na orelha, para a energia elétrica dos impulsos que viajam para o cérebro.
O ouvido interno também contém um órgão muito importante que está na verdade conectado com a cóclea, mas que não contribui para o nosso sentido da audição, o sistema vestibular, formado por três pequenos canais semicirculares, que nos ajudam a manter o equilíbrio e auxiliar na visão já que as rotações da mesma precisam ser compensadas para que possamos ter uma visão clara sem ser borrada. É através dele que se pode saber, por exemplo, quando se esta com o corpo inclinado mesmo estando de olhos vendados. Os canais semicirculares nos fornecem a noção de equilíbrio, ou seja, nos permitem saber a nossa posição em relação aos objetos e às pessoas que nos rodeiam. Desta forma, o ouvido interno é importante tanto para a audição como para o equilíbrio. Pelo seu aspecto geral, em que suas diferentes partes se distribuem em círculos e em todas as direções do espaço, o ouvido interno é também conhecido como labirinto, a sua infecção ou labirintite causa o desiquilíbrio do corpo das pessoas.

Curiosidades
Em muitos animais, as orelhas apresentam músculos que as seguram ao crânio capazes de executar movimentos semicirculares, como nos cães. Isso amplia seu campo auditivo e área de alcance várias vezes na direção desejada.
A orelha, estrutura presente em muitos mamíferos, opera, de maneira geral, na localização da fonte de emissão sons, o que facilita tanto a caça quanto a fuga. Nos morcegos as orelhas são excepcionalmente grandes e complexas e operam como receptor de ondas hipersônicas emitidas pelo animal, que refletem sobre qualquer superfície e são interpretadas pelo cérebro como uma imagem, e assim permitem a localização espacial do animal no escuro.
Já o elefantes e outros animais de savana apresentam orelhas grandes que possuem outras funções, como radiador por dissipação. Intensamente irrigadas por vasos sangüíneos, as orelhas são abanadas de forma a dissipar o calor em excesso do corpo, equilibrando a sua temperatura interna.
As aranhas possuem pêlos nas patas que são responsáveis pela detecção do som. Os ouvidos dos répteis apresentam apenas um osso, a columela, que é considerado homólogo ao estribo dos mamíferos.
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